A Sala Verde UFSC apoiou os mutirões de limpeza realizados na UFSC. A iniciativa visa sensibilizar para a problemática dos resíduos sólidos no Brasil e manifestar o descontentamento quanto ao tratamento dos resíduos na Universidade Federal de Santa Catarina.
A iniciativa contou com o apoio da Sala Verde UFSC, NEAMB, CCB RECICLA, CA-BIO UFSC e GEABio.
Carta Lixo
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Promoção da Economia Solidária, Comércio Justo e Agroecologia
A Sala Verde UFSC apóia iniciativas que valorizem a economia solidária, comercio justo e agroecologia. Com este objetivo, desde o início de 2012 estão sendo realizados encontros envolvendo membros da Sala Verde UFSC, Compras Coletivas Floripa, Coletivo Ervilha, Núcleo de Estudos de Economia Solidaria (UFSC), Laboratório de Apoio a Comercialização da Agricultura Familiar (UFSC) e Klimata Centro de Estudos Ambientais para articular a consolidar o movimento de compras coletivas em Florianópolis e discutir novas possibilidades de ações.
Para maiores informações entre em contato com a Sala Verde UFSC.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Sala Verde UFSC participa do 1° Plantio Ecológico da Ponta do Sambaqui
O Klimata, através da Sala Verde UFSC, apoiou a realização do 1° Plantio Ecológico da Ponta do Sambaqui. Organizado pela Associação Comunitária do Sambaqui o evento foi responsável pelo plantio de mudas nativas e frutíferas doadas pela Floram. A atividade tinha o objetivo de conscientizar acerca da necessidade de conservação do local.
Área de preservação permanente, com grande relevância socioambiental, representa a mobilização da comunidade, que em 1982 organizou-se para impedir a venda do local a um iate clube. Desta mobilização social, nasceu a Associação Comunitária do Sambaqui. Segundo membros desta Associação, os usos inadequados representam a grande ameaça a sua conservação daquele ambiente. Entre eles, destacam-se: o uso indevido em atividades de lazer, que desrespeitam a natureza quando restos de lixo são deixados no local, a área é usada como estacionamento e árvores e pedras servem de churrasqueira.
O geógrafo Paulo Braga, membro do Klimata, representando a Sala Verde UFSC, participou auxiliando no plantio de mudas e realizando uma atividade de educação ambiental crianças que participaram do plantio.
1° Plantio Ecológico da Ponta do Sambaqui
Área de preservação permanente, com grande relevância socioambiental, representa a mobilização da comunidade, que em 1982 organizou-se para impedir a venda do local a um iate clube. Desta mobilização social, nasceu a Associação Comunitária do Sambaqui. Segundo membros desta Associação, os usos inadequados representam a grande ameaça a sua conservação daquele ambiente. Entre eles, destacam-se: o uso indevido em atividades de lazer, que desrespeitam a natureza quando restos de lixo são deixados no local, a área é usada como estacionamento e árvores e pedras servem de churrasqueira.
Árvore utilizada como churrasqueira
Trânsito interrompido para realização do evento
O geógrafo Paulo Braga, membro do Klimata, representando a Sala Verde UFSC, participou auxiliando no plantio de mudas e realizando uma atividade de educação ambiental crianças que participaram do plantio.
Postado por
Paulo Braga
às
6:35 PM
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Agroecologia
Klimata - Centro de Estudos Ambientais: Agroecologia: Esse vídeo é uma importante contribuição da UFBA para o entendimento da problemática da agroecologia.
Saneamento em Florianópolis
O Censo 2010 do IBGE contabilizou um total de 421.240 habitantes em Florianópolis, distribuídos em 147.437 domicílios, dos quais, 89.175 são casas, 55.759 são apartamentos, 2.095 são casas em condomínios e vilas e 408 são considerados cortiços. Deste total, apenas 76.526 estavam ligados a rede de esgoto, 53.695 utilizam fossas sépticas, 14.216 utilizam fossas rudimentares e 1.879 despejam seus dejetos em valas, rios, lago ou no mar. A evolução dos dados apresentado demonstra que diminuiu a proporção de domicílios com esgotamento considerado adequado, passando de 84,5% em 2000 para 83,8% em 2010. Os domicílios com esgotamento considerados semi-adequados passaram de 15,1% para 16,1%.
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